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quarta-feira, dezembro 05, 2007

Antonio Romane e o Garotinho de Ouro para as citaçoes "filosoficas e juridicas" dos palradores que protagonizarm a pior chanchada do Senado Federal.


JORNAL DO TERRA, MARIA ENTREVISTA ROBERTO ROMANO

"SENADORES DEBOCHAM DOS BRASILEIROS"

http://terratv.terra.com.br/templates/home.aspx?channel=2457&manual=true



CONTA SIMPLES: ABAIXO DA CRÍTICA EM CIÊNCIAS E MATEMÁTICA + CONGRESSO NACIONAL CORRUPTO + MESSIANISMO DE FANCARIA DO PODER EXECUTIVO + CONIVÊNCIA DA CHAMADA JUSTIÇA+MAU CARATISMO DA DITA SOCIEDADE CIVIL+BOÇALIDADE DE ESQUERDA E DIREITA = BRASIU...IU...IU...IU...IU...IU...

AFINAL É DE FORNECER MUITO ORGULHO MESMO, SER O CAMPEÃO DA IDIOTICE MUNDIAL.

RR





Folha de São Paulo, quarta-feira, 05 de dezembro de 2007

Brasil é reprovado, de novo, em matemática e leitura

Exames realizados em 57 países colocam os alunos brasileiros entre os piores

Comparando o desempenho no exame de 2003, que já era ruim, com o de 2006, as notas pioraram em leitura e melhoraram em matemática

ANTÔNIO GOIS
DA SUCURSAL DO RIO

ANGELA PINHO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A péssima posição do Brasil no ranking de aprendizado em ciências se repetiu nas provas de matemática e leitura.
Os resultados do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), divulgados ontem pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), mostram que os alunos brasileiros obtiveram em 2006 médias que os colocam na 53ª posição em matemática (entre 57 países) e na 48ª em leitura (entre 56). O objetivo do Pisa é comparar o desempenho dos países na educação. Para isso, são aplicados de três em três anos testes a alunos de 15 anos em nações que participam do programa. O ranking de ciências, divulgado na semana passada, colocava o Brasil na 52ª posição.

Além de estarem entre os piores nas três provas nessa lista de países, a maioria dos estudantes brasileiros atinge, no máximo, o menor nível de aprendizado nas disciplinas.
O pior resultado aparece em matemática. Numa escala que vai até seis, 73% dos brasileiros estão situados no nível um ou abaixo disso. Significa, por exemplo, que só conseguem responder questões com contextos familiares e perguntas definidas de forma clara.

Em leitura, 56% dos jovens estão apenas no nível um ou abaixo dele. Na escala, que vai até cinco nessa prova, significa que são capazes apenas de localizar informações explícitas no texto e fazer conexões simples.Em ciências, 61% tiveram desempenho que os colocam abaixo ou somente no nível um de uma escala que vai até seis. Isso significa que seu conhecimento científico é limitado e aplicado somente a poucas situações familiares.Nos três casos, a proporção de alunos nos níveis mais baixos é muito maior do que a média da OCDE, que congrega, em sua maioria, países ricos.Comparando o desempenho do Brasil no exame 2003 (que já era ruim) com o de 2006, as notas pioraram em leitura, ficaram estáveis em ciências e melhoraram em matemática.

Uma melhoria insuficiente, porém, para tirar o país das últimas posições, já que foi em matemática que o país se saiu pior em 2006, com médias superiores apenas às de Quirguistão, Qatar e Tunísia e semelhantes às da Colômbia.
Como há uma margem de erro para cada país, a colocação brasileira pode variar da 53ª, no melhor cenário, para a 55ª, no pior. O mesmo ocorre para as provas de leitura e ciências. No de leitura, varia da 46ª à 51ª. Em ciência, da 50ª à 54ª.
A secretária de Educação do governo José Serra (PSDB-SP), Maria Helena de Castro, diz que o resultado em leitura é lamentável. "Essa é uma macrocompetência, básica para que os alunos desenvolvam as outras, como matemática, raciocínio crítico." Nos exames, São Paulo ficou abaixo da média nacional nas três áreas avaliadas.

Suely Druck, da Sociedade Brasileira de Matemática, diz que, em geral, os alunos de outros países, assim como os do Brasil, tiveram desempenho pior em matemática na comparação com as outras disciplinas."A matemática se distingue das outras porque desde cedo a criança já tem que ter conhecimento teórico e é um aprendizado seqüencial, ou seja, antes de aprender a multiplicar, tem que saber somar." Por isso, defende que se exija um conteúdo mínimo em matemática para o professor dos primeiros anos do ensino fundamental, quando todas as matérias são ainda ensinadas pela mesma pessoa.

O Pisa permite também comparar meninos e meninas. Em matemática e ciências, no Brasil, eles se saíram melhor. Em leitura, elas foram melhor.

EU DIRIA QUE O SENADOR ESTA COM A "ALMA LAVAGEM".

UOL NEWS:
04/12/2007 - 21h17
Renan comemora absolvição: "Estou com a alma lavada"
ENTREVISTA À RADIO BANDEIRANTES DE ROBERTO ROMANO SOBRE O ACORDO INDECENTE QUE INOCENTOU RENAN CALHEIROS 17H 20 de 04/12/2007.

Para professor, decoro foi quebrado por parlamentares

Professor de ética e filosofia política diz que decoro parlamentar não foi quebrado

somente por Renan Calheiros, como afirma relatório de Jeferson Peres (PDT-AM)


http://radiobandeirantes.terra.com.br/

Segue a formula breve, para jornal (ali o espaço e pequeno) do Agradecimento a B nai B rith

Correio Popular de Campinas, 5/12/2007

Roberto Romano
Agradecimento a B’nai B’rith


“Pereça o dia em que nasci e a noite que disse: foi concebido um homem! (...) Aquela noite! dela se apoderem densas trevas; (...) seja estéril aquela noite (...) que não veja as pálpebras dos olhos da alva, pois não fechou as portas do ventre de minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento” (Jó, 3).

Do justo aos nossos dias, a humanidade amaldiçoa a noite onde o mal impera. Os nomes do abismo são infinitos: Satan, Lúcifer, o Maligno. Na modernidade, ele deixa de ser indicado por sujeitos e se impessoaliza em fichas terminadas em “ismo”, fascismo, nazismo, racismo. A sua virulência não se amaina e se potencia ao máximo. Nas Luzes, os seguidores da ciência percebem as armadilhas do Mal, mas apostam no bem. Segundo Diderot, “O gênero humano não subsistiria se o vício dominasse, pois é preciso o concurso de muitas ações boas para reparar os danos causados por uma só ação má; um crime basta para arrancar a vida de um ou muitos homens, mas quantas ações boas devem concorrer para conservar cada indivíduo?”. Quem escreveu O Sobrinho de Rameau, sabe até onde vai a baixeza da Humanidade.

O elogio romântico das trevas prepara o terreno imundo que gera várias noites: a Noite dos Cristais, a Noite das Longas Facas, a noite dos campos de concentração. Se o nazismo, o estalinismo, o fascismo usaram saberes científicos e bélicos para esmagar milhões de seres, cabe encontrar as raízes do mal no ser humano que produz ciência mas a dirige para a sua sede arrogante de poder. Não aceito que o Holocausto seja o fruto das Luzes modernas. Menos ainda que o genocídio só se tornou possível com a Ilustração e a modernidade, como afirmam Theodor Adorno, Max Horkheimer e Zygmund Baunann, em Modernidade e Holocausto. Sabemos até onde pode conduzir a burocracia. Mas lhe atribuir a causa magna do Holocausto é não apenas uma forma de enunciar meia verdade, ou fornecer a indivíduos concretos desculpas para sua entusiástica adesão ao poder que planejava o morticínio, desde longa data, antes mesmo de chegar à direção do Estado. Desculpa é a defesa escrita por Carl Schmitt ao Tribunal de Nuremberg. A Corte lhe pergunta “por que os Secretários de Estado seguiram Hitler?”. Resposta: “a burocracia ministerial alemã”.

A defesa de Schmitt é indecente e covarde, pois esconde sob a burocracia, para o dissimular, o seu racismo e anti-semitismo. Schmitt escreveu na Westdeutscher Beobachter (31/05/1933) o artigo Os intelectuais alemães, onde afirma que definir a inteligência sem o povo é perder o sentido do espírito. “Nenhum entendimento de um indivíduo único pode se subtrair ao todo, à totalidade de sua existência concreta, e está aí precisamente o seu vínculo com o povo”. Pensar diferente “seria fazer como se a geometria clássica pudesse ter sido inventada tanto por um negro inteligente quanto pelo grego Euclides, como se o gênio matemático do filósofo alemão Leibniz fosse pensável do mesmo modo, em época diversa entre os mexicanos ou siameses”. Ao falar de Einstein, Schmitt diz que ele odeia os alemães “quando especula como relativista sobre os átomos, parece ligado, em cada uma de suas fibras, incluindo a de seu cérebro, ao povo ao qual ele pertence e à situação política deste seu povo”. (Y. Zarka, Un detail nazi dans la pensée de Carl Schmitt).

Não existe neo-nazismo, mas nazismo aggiornato. Defender a ciência, as artes, as técnicas, apesar dos usos genocidas é tarefa civilizatória. O racismo e o anti-semitismo não têm origem na ciência. Julgo de má-fé o argumento que põe na ordem científica a consagração do mal no mundo. Na Encíclica Spe Salvi (Salvos pela Esperança) publicada por Bento XVI, é dito que a ciência pode conduzir ao ateísmo e à perda dos valores divinos e humanos. Mas se olharmos a história, no fanatismo religioso se encontram as raizes venenosas do ódio racista e anti-semita, a recusa dos direitos humanos. Basta recordar o Edito de Expulsão de 1492 e a Sententia Estatuto de Toledo de 1449 e o texto de Lutero, Sobre os judeus e suas mentiras. A razão é centelha divina em nossas mentes e, como afirma Yossel Rakover em momento de suprema dor, comparável à sofrida por Jó, “Blasfemamos contra Deus aos nos denegrirmos”.

Roberto Romano é professor de Ética e Filosofia Política na Unicamp.

terça-feira, dezembro 04, 2007

CAMBADA DE...VOCES SABEM.

Da nojo viver num pais como este. Da nojo, apenas e apenas nojo. Pimenta Neves, etc..

Supremo liberta médico condenado por mortes em racha

A 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu nesta terça-feira (4/12) o direito de apelar em liberdade ao médico mineiro Ademar Pessoa Cardoso, condenado por envolvimento na morte de cinco pessoas em um racha em Minas Gerais, entre elas uma idosa. Ele ficará livre até o trânsito em julgado de sua condenação por homicídio, ocorrido em abril de 1996.

De acordo com o Supremo, o médico foi condenado pelo Tribunal do Júri a 12 anos e nove meses de reclusão. Ele teve a condenação agravada pelo fato de uma das vítimas ser pessoa idosa. Apesar de ser médico, ele não teria socorrido as vítimas.

A defesa apelou da sentença ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que manteve a condenação e expediu mandado de prisão.

O pedido de liberdade foi negado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça). No STF, a defesa alegou que não seria razoável manter a prisão enquanto existem recursos no processo, uma vez que o médico respondeu sempre em liberdade.

Ao votar pela concessão do HC, o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, invocou precedentes em que o STF permitiu a réus apelarem em liberdade de suas condenações, quando não estivessem presentes os pressupostos do artigo 312, do Código de Processo Penal, para decretação de sua prisão preventiva.

São eles: a garantia de que o réu não continuará praticando crimes, de que não ocultará provas ou ameaçará testemunhas ou, ainda, de que não vai fugir.

"Pega"
O crime ocorreu em 5 de abril de 1996 e ficou conhecido como "Tragédia de mar de Espanha". O médico, ex-secretário de Saúde de Mar de Espanha (MG), tinha 51 anos enquanto o outro motorista, o industrial Ismael Keller Loth, tinha 31 anos.

Segundo testemunhas, os dois apostaram quem chegaria primeiro em Bicas. O acidente aconteceu na estrada que liga Mar de Espanha a Bicas, na Zona da Mata, no Km 58 da rodovia MG-126.

Durante uma ultrapassagem, Loth bateu no fusca conduzido por Julio Cesar Ferreira, provocando sua morte e as de mais quatro pessoas que estavam no carro —sua esposa e as duas filhas, de sete meses e de dois anos.

Esse foi o primeiro caso em que o STJ reconheceu a existência de dolo eventual (quando a pessoa assume o risco de produzir um determinado resultado, ainda que não intencional) de morte em acidente de trânsito decorrente da realização de pega pelos motoristas.

Terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Ultima Instancia.

O ABSOLVIDO MERECE OS QUE O ABSOLVERAM. TODOS OS QUE O ABSOLVERAM TEM DIREITO AO DESPREZO DA CIDADANIA.

O ABSOLVIDO MERECE OS QUE O ABSOLVERAM. TODOS OS QUE O ABSOLVERAM TEM DIREITO AO DESPREZO DA CIDADANIA.

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