quarta-feira, março 12, 2008

OBRIGADO PELAS ORAÇOES, PE DE PATO, MANGALO TRES VEZES, CARA MARTA BELLINI ! (TAMBEM AGRADEÇO AO ANTONIO ROMANE).

O amigo Roberto Romano está há um ano lidando com um problema em sua biblioteca. Sofre "da" mão de obra. Aproveito para lhe enviar BOA sorte, pé de pato, figa e exponho algo que me incomoda. Posso até passar por direitona, mas me ocorre isso sempre que tenho que efetuar um serviço em casa. Tenho um quintal razoável com plantas. Chamo alguém, combino o preço. Lá pelas tantas, os senhores resolvem cobrar mais. Luta de classes? Um deles levanta a cabeça e me diz que moro em uma mansão. Digo a ele que mansão têm os prefeitos das cidades do brasiu varoniu. Dispenso o serviço.
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Precisava pintar a casa que desde sua reforma, 2003, está sem pintura. Cada um cobra uma quantia. Trata-se de uma sala pequena. Nada de mansão, não sou vereadora, né!? Um pede R$800; outro R$ 400; outro R$350. Como eles fazem sua avaliação? Pela cara da pessoa? Tenho eu cara de política? Tenho salário e não dinheiro no final do mês.
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Na feira do produtor, aqui em Maringá, fui comprar uma orquídea. A senhora pediu-me R$25 a mesma flor que pedira R$ 15 a outra pessoa. Tenho eu cara de otária chique?
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Com meus botões penso: a corrupção é uma modo de vida. Não é apenas uma ação contra o dinheiro público como fazem os políticos. Todos estamos corrompidos. Imitamos os governantes.
P.S. A sala foi pintada pelo querido amigo Carlos Mororó.

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