terça-feira, julho 31, 2007



Blog Perolas de ALVARO CAPUTO, Sponholz (Parabens!!), Antonio Romane...e Brasiuiuiu....

















e no Sargento garcia?
O Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal resolveu que, em relação aos gestos obscenos praticados pelo assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, terá o seguinte desdobramento para os que se sentiram ofendidos:





Parabens ao amigo Roque
Vale a pena acessar


 
O site de Roque Sponholz tem charges dele, caricaturas e seção sobre arquitetura e urbanismo. Aqui

Noblat

 

Top, top, top.....
O secretário de Relações Internacionais do PT, Valter Pomar, expressou ontem "solidariedade" ao assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia. ...... Segundo Pomar, gestos obscenos não são "exóticos" aos brasileiros. "A gente pode gostar ou não, pode achar educado ou não. Mas não é uma coisa que fere a cultura."
Um dos coordenadores nacionais do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), João Paulo Rodrigues endossa: "A indignação dele é de se entender. Foi dentro do Planalto, mas não o criminalizo. Quantos ministros não fizeram o mesmo?".
Para o secretário sindical do PT, João Felício, deveria haver um desagravo a Marco Aurélio: "Não concordo com o que fizeram com ele. Foi um desabafo, diante de um julgamento precipitado [de que falhas na pista seriam a causa do acidente]".
Segundo o secretário de Movimentos Sociais, Renato Simões, houve um "superfaturamento". "Foi uma exploração supervalorizada de um episódio doméstico."
Secretário nacional do PT, Joaquim Soriano diz que a "gravação foi uma invasão", mas que o gesto é forte.

Folha
 

Relaxa e….
 Deixa eu ver. não existe caos aéreo. o presidente do Brasil não tem responsabilidade pelos acontecimentos. a pista de Congonhas é segura sem perigo de derrapagem..... ok, mas então porque o Iluminado trocou o ministro da Defesa? Porque vai trocar o presidente da Infraero? porque quando chove em SP os pilotos não pousam mais em Congonhas e a própria Infraero determinou que a pista seja fechada? POrque o diretor da Anac está sendo pressionado a pedir demissão por sua própria madrinha Dilma?

Blogueiro do Noblat

No Blog Panorama, de Mario Araujo Filho

Eu ouvi!


Ouvi pelo rádio o longo discurso de Lula na Paraíba. Mais uma vez, ele se queixou das cobranças sobre o fato de não ter cursado universidade. Daí, ele faz o de sempre: o elogio da ignorância, minimizando o esforço dos que estudam ou estudaram. Desta vez, achou de tentar ridicularizar os que falam outro idioma além do português.

O presidente presta um desserviço ao país quando assim procede, e o pior é que mensagens como essa, por incrível que pareça, fazem enorme sucesso de público, a julgar pelos aplausos dedicados às sandices que falou na Paraíba. E olha que tinha muita gente de nível médio e superior por lá... Saída da boca de Lula, no entanto, qualquer bobagem parece merecer aplausos.

Como deverão ter recebido as piadinhas presidenciais os milhares de professores e estudantes de idiomas do País? Hoje, qualquer estudante universitário sabe da importância de buscar conhecimento de outras línguas além da nossa, inclusive para alcançar melhor colocação no mercado de trabalho. Na área das engenharias - minha área - são muitos os exemplos. A globalização não é uma abstração - é uma realidade. No curso a que sou ligado (Engenharia Elétrica) - e em outros cursos também deve ser assim - essa necessidade é sentida pelos estudantes que querem participar de intercâmbios acadêmicos internacionais. E depois, uma vez graduados, quando são contratados por empresas multinacionais. Até mesmo para estudar os livros-texto de algumas áreas, é preciso ter conhecimento mínimo de inglês, principalmente.

Se o presidente acha que estudar e/ou falar inglês, francês, espanhol ou alemão, é coisa de gente "metida a besta", é capaz de também achar que essa história de qualidade na educação é uma bobagem... Faz sentido: a expansão universitária que seu governo vem promovendo não tem revelado a mínima preocupação com esse aspecto. Quem tem acompanhado esse processo, sabe bem.

Às vezes penso que, no íntimo, Lula gostaria de ser FHC... É certo que vem tentando imitar o ex-presidente em outros aspectos (política econômica, privatizações etc), mas na formação, ele sabe que é impossível. Poderia ter feito como Vicentinho, seu companheiro de lutas sindicais, que arranjou tempo para estudar e se graduar. No entanto, não o fez. Agora, acha de desvalorizar e criticar quem estuda. E sob os aplausos calorosos de gente que estudou... Como é que pode? (MAF)


postado por MARIO ARAUJO at Segunda-feira, Julho 30, 2007

No Blog Parou Parou, entrevista da Radio Bandeirantes sobre ACM e seu significado.

Radio Bandeirantes, entrevista de Roberto Romano, sobre ACM, oligarquias, etc.

http://parouparou.blogspot.com/2007/07/entrevista-professor-roberto-romano.html

segunda-feira, julho 30, 2007

No site Congresso em Foco...

Conspiradores à beira de um ataque de nervos

Celso Lungaretti *


São cada vez mais explícitas as exortações a uma nova quartelada, evidenciando a existência de um esquema golpista que poderá ser acionado se e quando chegar o momento propício.

Ao entregar espadins a ingressantes nas academias militares, um ministro do Superior Tribunal Militar, Olympio Pereira da Silva Júnior, teve um ataque de incontinência verbal e abriu o jogo: “Não desistam. Os certos não devem mudar e sim os errados. Podem ter certeza de que milhares de pessoas estão do lado de vocês. Um dia, não se sabe quando, mas com certeza esse dia já esteve mais longe, as pessoas de bem deste país vão se pronunciar, vão se apresentar, como já fizeram em um passado não muito longe, e aí sim, as coisas vão mudar, o sol da democracia e da Justiça brasileira vai voltar a brilhar”.

Quando a extrema-direita fez uma verdadeira tempestade em copo d’água em torno da anistia a Carlos Lamarca (culpando o governo federal pelo que fora decisão do Judiciário), o torturador-símbolo do Brasil, Carlos Alberto Brilhante Ustra, recebeu mensagem de um oficial da reserva pregando virada de mesa e só contestou o timing: “O fruto ainda não está maduro para ser colhido”. Sua certeza de impunidade é tamanha que ele manteve essa “troca de idéias” on-line!

Os grupos Guararapes da vida lançam manifestos bombásticos aos militares (“A honra ou a morte!”) e os conspiradores já saíram às ruas em Salvador, tentando repetir as marchas “da família, com Deus, pela liberdade” que prepararam o terreno para a derrubada de João Goulart.

O script, aliás, é bem semelhante ao de 1964, com o MST no papel das Ligas Camponesas, o caos aéreo substituindo a agitação nos escalões inferiores das Forças Armadas (em que pontificou o famigerado cabo Anselmo), um fantasmagórico Foro de São Paulo fazendo as vezes da “conspiração comunista urdida por Moscou e Pequim”...

Alarmismo exacerbado

Os acontecimentos do dia-a-dia são enfocados de forma tendenciosa e exagerada, como no caso da tragédia de Congonhas. Apesar das evidências gritantes de que a responsabilidade maior foi das empresas aéreas e sua ganância criminosa, a morte de 200 pessoas deu pretexto a uma enxurrada de panfletos virtuais contra o governo Lula, cuja virulência ultrapassou todos os limites do razoável.

É certo que continuou permitindo o pouso de aeronaves de grande porte num aeroporto que não mais as comportava, cedeu aos lobbies colocando uma pista em operação antes de estar pronta e não cumpriu devidamente sua missão de fiscalizar o cumprimento de normas de segurança.

Mas, em matéria de omissão e subserviência aos interesses econômicos, pouco difere dos governos anteriores, não se justificando, nem de longe, o clima apocalíptico que se tenta insuflar por meio da WEB e até de alguns manifestações na grande imprensa, como o editorial de O Estado de S. Paulo que proclamou o “colapso do lulismo em matéria de permitir, em última análise, que o país funcione”.

Ora, um observador isento concluiria que o país vem funcionando exatamente da mesma forma desde a década passada, quando se abateu sobre ele a desumanidade característica do capitalismo globalizado.

E até há uma pequena melhora na situação econômica, como se depreende dos dados sobre o desempenho do mercado de trabalho no último semestre: em 85,7% das negociações coletivas, os trabalhadores obtiveram reajuste acima da inflação, enquanto 10,7% empataram e só 3,6% ficaram aquém da alta de preços.

“A recuperação dos salários reais, ao lado da expansão do crédito, tem dado impulso a um crescimento robusto da demanda interna. Com o aquecimento do consumo e do investimento, a criação de empregos com registro formal atingiu número recorde no primeiro semestre . O saldo líquido entre admissões e demissões foi de 1,095 milhão, o maior já registrado”, assinalou a Folha de S. Paulo, também em editorial.

Ou seja, a economia começa a ingressar num período de alta, o que sempre alavanca o prestígio dos governos no Brasil. Esta é a causa mais provável do desespero que se observa entre as viúvas da ditadura e os neo-integralistas. Acreditavam que o transcurso do tempo serviria a seus propósitos de acumulação de forças e vêem suas chances, pelo contrário, diminuírem.

O certo é que há muitos empecilhos ao seu sonho de bisar 1964: os EUA e os grandes empresários hoje não têm motivo nenhum para embarcar nessa aventura; o golpismo não encontra guarida no catolicismo e, muito menos, junto aos neopetencostais; o fim do socialismo real privou os conspiradores de um espantalho crível; a classe média não parece disposta a passar dos resmungos virtuais à ação concreta etc.

Som e fúria nulos

Então, por enquanto, esse estardalhaço todo se reduz, parafraseando Shakespeare, a “uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria, significando nada".

Mesmo assim, o obscurantismo e as atrocidades que marcaram o período 1964/1985 nos obrigam a acompanhar com muita atenção esses tentativas de reincidência, jamais subestimando o perigo.

Há uma lâmina suspensa sobre nossa democracia. Poderá jamais ser acionada. Mas, melhor do que rezarmos para que não aconteça o pior, é a desarmarmos o quanto antes essa guilhotina.

Começando pela apuração rigorosa dos crimes virtuais que estão sendo cometidos pelos golpistas, como incitações sediciosas, difamação e calúnia.


* Celso Lungaretti, 56 anos, é jornalista em São Paulo, com longa atuação em redações e na área de comunicação corporativa, e escritor. Escreveu Náufrago da utopia (Geração Editorial, 2005). Mais dele em http://celsolungaretti-orebate.blogspot.com/.


Comentário:

Quando eu era jovem e crédulo, sempre que o tema "Revolução Hungara" quanto, mais tarde, a "Revolução tcheca" (ambas contrárias ao poderio imperial soviético e em favor da autonomia política, social, ideológica) vinham à baila, militantes do PC afirmavam sem pestanejar : "são os fascistas que desejam desestabilizar a URSS". No começo, eu aceitava a patranha. Com a idade, comecei a desconfiar da explicação Ad hoc, sempre à mão, como chave única para interpretar eventos políticos.

Passaram-se os anos e fui aprendendo, a cada instante mais, as ardilosidades dos militantes. Quando Jean Paul Sartre denunciou a brutal intervenção militar da URSS sobre os movimentos de autonomia, Jean Kanapa, intelectual oficialesco do PC (quem não era assim naquele partido? Apenas os expulsos...basta recordar o nome de Roger Garaudy) afirmou que Sartre era um "perigoso agente do imperialismo norte-americano". A resposta do filósofo foi um primor de concisão e de clarividência : "Jean Kanapa est un con" (Jean Kanapa é um babaca).

Nos últimos instantes da ordem civil, em 1964, o Sr. Prestes e seus camaradas proclamavam estar no poder, mostrando a cegueira ideológica da qual padeciam. E por longos anos, o PC não se definiu de fato na luta contra a ditadura. Suas tergiversações têm muito de esperança de bom trato com o poder, mantida por setores do partido contra outros, menos adoecidos de "realismo". Certa feita, estava eu em Paris jantando na casa de alto dirigente do Partido. Acabavamos de saber a notícia do massacre, no qual parte da direção mesma do PC fora morta pela polícia. "Não é possível fazer omeletes, sem quebrar ovos". Esta fórmula do realismo ordinário me fez correr para o banheiro, com ansia de vômito. Sai da casa logo a seguir, transtornado com o maquiavelismo de fancaria. Nada do que testemunhei, no entanto, é estranho ao "ensino" ministrado nas Escolas de Quadro daquela agremiação. Há na Unicamp uma tese de mestrado, orientada por mim, sobre a dita escola. Não por acaso, ela não encontrou até hoje quem a publicasse, apesar de ter recebido a nota A, a mais elevada. O autor morreu há tempos, mas o texto está ao dispôr de quem for honesto intelectualmente, e disposto a ler verdades desagradáveis.

Se o PC acabou, não sumiu no entanto a sua herança noética e afetiva na cultura de toda a esquerda nacional. Ela marca boa parte do pensamento oficialista dos que, finalmente se consideram, depois de Prestes, no poder. E para tais pessoas, não existem pecados capitais no governo, em qualquer governo, apenas veniais. E quem critica o governo só pode pensar em golpe, só pode ser fascista, só pode cometer crime de lesa majestade: realismo dixit. As "explicações" simplórias e os sinais idem, se transformaram em verdadeiros transcendentais, formas a priori. Os "fatos" são neles aplicados, de modo a resultar na evidência de disco quebrado: sempre repete a mesma frase.

Sempre lutei contra a ditadura. Sempre fui a favor da democracia. Sempre me coloquei contra o realismo político ordinário e oportunista. Sempre detestei intelectos chapa branca. E critiquei este governo, como critiquei o anterior, e o anterior, e o anterior, e o anterior, sem pensar em golpe de Estado. Desafio quem diga e prove o contrário.

E vou me levantar, sempre, contra um governo leniente, tibio, debochado e sem respeito, governo que só reconhece o dinheiro e o número de votos trazidos pelo dinheiro e por sua propaganda.

Chega de explicações a priori e de propaganda.

Roberto Romano

No Blog Perolas de Alvaro Caputo....


Pérolas e Frases do dia......
A falta de investimentos no setor aéreo não se repete dentro do luxuoso Palácio do Planalto. A União ainda não desembolsou um centavo este ano para obras em aeroportos e aperfeiçoamento de controladores de vôo, e milhões de passageiros continuam sob perigo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupa, porém, recursos para bancar seu staff no palácio. Através dos cartões corporativos, usados para pagar despesas variadas, só a Secretaria de Administração da Presidência já gastou R$ 2,45 milhões este ano"

JB
No mundo da Lula (ops, desculpem nossa falha, no mundo da Lua...)

A farra do governo em gastos com cartões corporativos não se resume apenas ao poder ilimitado dos ecônomos da Presidência da República. Matilde Ribeiro, titular da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, com status de ministra, também tem um Cartão de Pagamento do Governo Federal. É com ele que Matilde gastou cerca de R$ 67 mil só com aluguel de carros da empresa Localiza - do total de R$ 112.716,51 calculado até ontem no Portal da Transparência.

Os outros gastos da ministra são feitos de restaurantes e hotéis em viagens pelo interior do Brasil. Em junho, Matilde levantou polêmica à frente da secretaria numa declaração infeliz a emissora de rádio britânica. Encarregada pelo governo de erradicar a praga do racismo, declarou que negros têm o direito de ser racistas com descendentes de brancos, pois seus ancestrais foram açoitados nos tempos da escravidão. Teve que explicar-se.

De acordo com a assessoria da ministra, o serviço prestado pela empresa Localiza refere-se "aos deslocamentos oficiais em diferentes localidades do país (capitais e cidades de médio e pequeno porte) e viagens para comunidades quilombolas (algumas delas distantes a 4 horas da cidade-pólo ou capital) com serviço de motorista".

O argumento não explica elevadas despesas com aluguel de carros com faturas emitidas em um só dia. Em 23 de maio, a localiza emitiu 10 recibos num total de R$ 12.971,43 - uma média de R$ 1.200 de gasto por dia com veículos. O aluguel diário de um carro novo sai, em média, a R$ 150/dia, com tanque cheio. A assessoria justificou as despesas no período de 22 e 23 de maio como faturas emitidas para compromissos em São Paulo, Rio de Ja

JB

FOLHA DE SAO PAULO 30/07/2007



Premio Garotinho de Ouro para a República dos Amigos instalada no Palácio!

RR

"Deixa disso. Vamos trabalhar. Estamos nervosos, mas a Dilma é sua amiga".
LULLA, AO GRANDE ESPECIALISTA EM AVIAÇÃO, ZUANAZZI.

"Ora, governar o país não é fazer dessa imensa pátria uma república como se fosse um clube de amigos." (Folha de São Paulo, 28/07/2007)

APENAS DOIS DIAS SEPARAM AS DUAS NOTÍCIAS. TEM RAZÃO, SEMPRE, O BOM SPONHOLZ QUANDO CHAMA O SR. DA SILVA LULLA INÁCIO DE "PRESIMENTE". ALIÁS, O BRASIL ESTÁ ULTRAPASSANDO EM PERFEIÇÃO O MUNDO DESCRITO NO ROMANCE DE ORWELL. E MAIS : A NOVILINGÜA PETISTA, ARMADA POR JOÃO SANTANA E QUEJANDOS ATINGE O NÍVEL SUBLIME. AQUI, O ENUNCIADO TEM A SIGNIFICAÇÃO DIRETAMENTE OPOSTA DA QUE LEMOS OU OUVIMOS. POR EXEMPLO, "COMPANHEIRO" (NA LINGÜA TRADICIONAL SIGNIFICA COLEGA, AMIGO, COLABORADOR) É SINÔNIMO DE BANDALHO.

ENFIM...BOA SEMANA CAROS BRASILEIROS! COM A NOVA CHARGE DO ANGELI:



E Orlando Tambosi: faça o favor de nos passar o endereço do entreposto onde você adquire saquinhos de vômito!

RR

Presidente da Anac vai a Lula reclamar de atrito com Dilma
ELIANE CANTANHÊDE
COLUNISTA DA FOLHA

Sentindo-se desautorizado e humilhado pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) durante reunião de ministros com dirigentes da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o presidente da agência, Milton Zuanazzi, reclamou diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e perguntou se deveria renunciar ao cargo. Lula respondeu que não.
Na reunião, Dilma teria interrompido Zuanazzi várias vezes, insistindo na culpa da Anac na crise aérea e exigindo medidas urgentes. Em alguns momentos, chegou a alterar a voz, numa postura classificada de "grosseira" por participantes do encontro.

Ao se queixar com Lula, Zuanazzi se disse muito pressionado e, se o presidente quisesse que ele saísse, ele poderia deixar o cargo livre a qualquer momento para evitar constrangimentos ao governo. Conforme a Folha apurou, Lula foi quase paternal com ele, disse que não se poderia jogar toda a culpa em uma pessoa ou um órgão só e teria dito: "Deixa disso. Vamos trabalhar. Estamos nervosos, mas a Dilma é sua amiga".

Zuanazzi ponderou que, se fosse de fato sua amiga, a ministra teria feito cobranças e críticas reservadamente, não em público, em meio a ministros e aos demais diretores da Anac.Indicado para a presidência da agência por Dilma e pelo ministro Walfrido Mares Guia (Relações Institucionais), seu ex-chefe no Ministério do Turismo, Zuanazzi se queixou com ele também.

Mares Guia fez então um jantar para Zuanazzi na sua casa de Brasília, onde ouviu muitas queixas, inclusive quanto ao comportamento da ministra, e aconselhou o seu apadrinhado a "resistir firme" no cargo.
O ministro voltou a repetir o mesmo conselho num telefonema para Zuanazzi na última sexta-feira, quando já circulava na internet a possibilidade de renúncia coletiva da Anac, algo que ele desmente: "Isso [a renúncia] não passa de futrica", disse Mares Guia.

Vexame
Apesar da versão e das notícias, cuja origem Zuanazzi e outros diretores atribuem à Casa Civil da Presidência, ele tem trabalhado normalmente e tem dito que não vai renunciar. Os diretores da Anac foram indicados pelo presidente, aprovados pelo Congresso e têm mandato de cinco anos. Seria "um vexame" renunciar, declarou um dos diretores.
Como o clima é de enorme tensão na agência, seus integrantes estão se desentendendo entre eles e há os que acusam a diretora Denise Abreu, ligada ao ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, de participar da articulação para pressionar a queda de toda a Anac, mandando recados via imprensa.

No Blog de Marta Bellini...veja a integra naquele Blog!

Do BLOG do Marcelo TAS (uol)
Como dizia tia Rita Lee, não sei se estou pirando ou se as coisas estão melhorando. Ou seria piorando de vez?De uma hora para outra, descobriu-se que um prédio gigantesco, já quase prontinho para ser utilizado, estava bem no caminho dos aviões que aterrissam em Congonhas. Depois se viu que os alvarás apresentavam traços esquisitões: são suspeitos de suborno ou ilicitudes. Embarga-se o colosso de Rhodes, já aprovado pelos quase sempre alertas técnicos da Prefeitura e Aeronáutica. Well, não estou aqui para defender o prédio. Por mim, ele estaria embargado pela sua simples feiúra. Mas vamos aos fatos. O dono do prédio é tratado como um "empresário". O que ninguém perguntou ainda ao digníssimo "empresário" é qual a finalidade do seu ex-futuro negócio: hotel, flat, motel ou palácio dos prazeres? Sim, porque o próprio dono do prédio já se definiu como "o mais bem-sucedido empresário do erotismo no Brasil”. Aliás, o homem adora um microfone. Existem dezenas de reportagens em diferentes veículos, disponíveis a um simples clique, contando as proezas dele que vem a ser o proprietário da maior casa de meninas de luxo que trocam prazer por dimdim de São Paulo, o Bahamas. Aliás, o Bahamas, vejam vocês, é vizinho de muro do "Oscar's", o nome escolhido para o ex-futuro "empreendimento" de Oscar Maroni Filho, o homem na foto com aparentemente duas amigas, auxiliares ou simplesmente ainda desconhecidas, pois ao invés de suas faces nos mostram os traseiros. Bem apessoados, por sinal.Mas, se você chegou agora no assunto e não conhece o moço, viva a internet! Abaixo, copio início de matéria da revista Isto É Dinheiro, do repórter Christian Carvalho Cruz, publicada em 29/09/2004.Não quero tirar conclusões apressadas, mas penso que essa história confirma a tese: este país é mesmo uma zona!..::..Oscar Maroni, muito prazerQuem é o empresário que constrói uma Disneylândia erótica em São PauloJeans surrado, camiseta preta justinha, sapatos de camurça sem meia, piercing na orelha esquerda, cara de mau. O empresário Oscar Maroni Filho caminha rápido pelo meio-fio e vai apontando, sem pudor: “Este Jaguar é meu, esta Mercedes é minha, aquela Harley Davidson também, os dois apartamentos do último andar daquele prédio são meus, este terreno é meu, esta casa também, aquela outra, mais aquela...”. Maroni já tem 70% de um quarteirão inteiro no bairro de Moema, perto do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Quando conseguir os 30% restantes, mandará sozinho em uma área de 10.000 m2 numa das regiões mais valorizadas da cidade. Ali, o imperador do prazer está erguendo sua Las Vegas particular de R$ 50 milhões, com direito a casa noturna, hotel cinco estrelas, restaurantes, arena para lutas, shows e apostas. “Não sou o único, mas sou o mais bem-sucedido empresário do erotismo no Brasil”, diz, ao parar na praça onde pretende instalar um chafariz de águas dançantes, no estilo dos cassinos americanos. “Morri de inveja do Abílio Diniz quando ele fez aquela fonte no Lago do Ibirapuera.(para ler a reportagem completa, clique o site da Isto É Dinheiro)Foto: Frederic Jean

No Blog Perolas de Alvaro Caputo.... bons motivos para refletir.





Os pensamentos do dia

Tradição do circo

Foi estimulante para a nação a cerimônia de posse do novo ministro da Defesa. O astral da pátria andava por baixo com a sucessão de problemas e tragédias. Em aparição anterior, Lula declarou pateticamente que estava com o coração sangrando, desobedecendo ao conselho de sua ministra do Turismo, que sugeria relaxamento e gozo a todos nós.
O alto escalão do governo decidiu acabar com as agruras aéreas e, embora o presidente já tivesse marcado dia e hora para resolver o problema, o tempo foi passando e tudo piorando até o desastre com o Airbus da TAM e seus quase 200 mortos. Alguma coisa precisava ser feita para distender a fossa nacional, e nada melhor do que a cúpula do governo reunida para dar posse ao novo ministro e agradecer os serviços do antigo. Todos estavam risonhos, Lula provou mais uma vez ser o brasileiro comum que entre outras coisas tem medo de avião e citou a mulher do novo titular da Defesa, que o ajudou na substituição do Waldir Pires. Como nas rubricas dos discursos parlamentares, houve risos entre parênteses (risos).

No fundo, uma técnica vinda dos circos, que são mais antigos do que os desastres de avião. Quando os trapezistas se esborracham no chão e a platéia se levanta horrorizada, o dono do circo, de casaca, cartola e botas, brandindo o chicote do poder entra no picadeiro e ordena que a banda toque uma polca para animar o respeitável público (público de circo é sempre respeitável). Entram em cena também os cinco ou seis palhaços e anões da companhia, dando cambalhotas e chutando-se mutuamente.Nada melhor para distender os ânimos, esquecer os trapezistas esborrachados no chão. Uma tradição circense que em boa hora o governo adotou para relaxamento geral.

Carlos Heitor Cony na Folha

Esculhambação

Mas, honestamente, que outra palavra pode ser usada para a sensação que nos acomete, diante do que vem sucedendo no Brasil? Só esculhambação mesmo. Desgoverno também, mas desgoverno é pouco, esculhambação é mais plurívoca, mais conotativa, mais colorida. Acho que basta qualquer um ligar a tevê para ver o noticiário ou abrir o jornal e a sensação de esculhambação é avassaladora, nos engolfa por todos os lados.

O pavoroso desastre de Congonhas: cada dia uma coisa, ninguém sabe de nada. O governo, em vez de se interessar genuinamente pela tragédia, resolve se concentrar na preservação da própria imagem. Aí a gente vai ver as notícias e os responsáveis por órgãos envolvidos com o tráfego aéreo estão sendo condecorados por serviços prestados à aviação. Quer dizer, uma pessoa desesperada com a perda de parentes ou amigos pensa que pelo menos o governo deve tomar alguma providência, ainda que tardia, e o que vê é a condecoração. Como puderam ter a insensibilidade de fazer isso? A não ser que o „relaxe e goze‰ tenha sido mesmo uma palavra de ordem, ou a atitude geral dos governantes para conosco seja mesmo resumível nesse deboche.

A esculhambação, nas companhias que desprezam o viajante e no governo que as fiscaliza, já tinha brilhado assim que se teve notícia do desastre.

Pois o presidente da República, que por acaso se encontrava no país, não sumiu por três dias, num gesto de pusilanimidade, grossura e falta de grandeza para o cargo? Enquanto desastres bem menores, sob chefes de Estado e governo conscientes de suas obrigações morais e políticas, levam aos atingidos as visitas pessoais de reis, rainhas, primeiros-ministros, ministros, primeiras-damas e assim por diante, aqui todo mundo, a começar pelo presidente, se escondeu.

Não há nada que justifique isso. Segundo tenho ouvido comentar, o principal fator foi o medo de vaias. Nosso líder, nosso guia, o presidente de todos os brasileiros, não cumpre seu dever moral de estar presente e à frente nos momentos difíceis vividos pelo país porque tem medo de vaias. Não pode ser, não acredito ˜ mas que outra razão ele teria? E já li nos jornais que, na semana que passou, entre ir a lugares onde poderia receber as ingratas vaias e a outros onde o Bolsa-Família o escuda, dá exclusividade a esses últimos.

Que coisa, os lugares onde ele é vaiado não devem pertencer à realidade. A realidade é outra, é a do aplauso. Agora me ocorre que, no vasto e doce jardim de mordomias trazido pelo poder, está, tradicionalmente e em importante posição, a possibilidade de, se a realidade for desagradável ao governante, trocarse a realidade. Dizem que, quando Catarina da Rússia viajava pelo seu vastíssimo império, auxiliares construíam cidades prósperas ˜ cenográficas, por assim dizer ˜ para ela ver em sua passagem e dessa forma não ter idéia da desagradável miséria de muitas daquelas regiões. Semelhantemente, o presidente escolhe a realidade nacional a que prefere ser exposto. Junto a este, o argumento de que esse negócio de crise aérea só interessa a barão que viaja de avião e não ao povo mesmo, alegação que já ouvi vociferada por admiradores do governo. E pronto, está tudo certo, Deus tenha piedade de nós.

Ouvimos as mais desvairadas versões sobre o que aconteceu e as medidas que foram ou serão tomadas. A única coisa de que se tem certeza, segundo depreendo do que venho lendo, é que as passagens aumentarão de preço.

É uma mudança, não se pode negar.

Contam-nos que os órgãos criados para administrar a aviação civil são frondosos cabides de empregos, onde pouca gente sabe falar mais sobre um avião do que „ele tem asas‰, assim como há cabides de empregos em toda parte, todo mundo „colocado" e ninguém sabendo fazer nada. A capacitação é requisito suntuário ou inexistente nesta administração.

Administração é modo de dizer, pois, a começar pelo presidente, ninguém no governo sabe administrar. Administrar é viajar, discursar e ser ovacionado, parece pensar o presidente de um governo que vive mais de reagir do que de agir e que, tudo bem avaliado, não fez foi nada até agora, além do que estamos vendo aí. E ninguém administra nada, ninguém é competente em nada daquilo a que está ligado, ninguém sabe nada, a impressão é de um viveiro de baratas tontas semitartamudas ou arrogantes. Estamos testemunhando o apagão aéreo ˜ tudo bem, coisa da repulsiva classe média, não interessa verdadeiramente ao povo que aplaude.

Mas será que ficaremos por aí? Não custa lembrar um dos poetas mais populares do Brasil, Augusto dos Anjos, e um de seus versos mais conhecidos: „A mão que afaga é a mesma que apedreja‰. Porque, pelo arrastar da carruagem e pela aceleração quelônia do PAC, pode-se ter uma razoável expectativa do apagão rodoviário, do apagão portuário, do apagão da saúde, do apagão da educação etc. Está tudo acontecendo, só não vê quem não olha. E, como apoteose, o apagão literal, um apagão de energia lá para 2010, ou até antes.

É, talvez venha a ser difícil, em futuro relativamente próximo, achar lugar para se esconder, muito menos das vaias. Se bem que a escuridão, inclusive a do apagão mental, ajude bastante.

João Ubaldo Ribeiro no Globo

domingo, julho 29, 2007

No blog de Marta Bellini...O imperio do Gardenal....

No Blog Republica de Itapeva...

E por falar em vomito....

E por falar em nojo, começarei a andar com a sacolinha de vômito, para quando me encontrar com tucanos. O que mais dá vontade de vomitar, quando encontro um tucano: a mãozinha estendida, meio quebrado o movimento, e a boca torta que murmura o mais ridículo "COOOOOMMMOOOO....VAI...?". Reparem, este é um vezo tipicamente tucano. José Simão luta contra o tucanes escrito e verbal. Mas o gestual, seguido daquele "Coooomoooovai" que eles julgam chiquérimo, é de dar azia em Sonrisal, como se dizia nos velhos tempos. RR

Folha de Sao Paulo 29/07/2007





Bem no ponto, ou Bingo, como dizem os norte-americanos. O tal "movimento" proclama, desde logo, ser "apolítico", o que mostra toda a hipocrisia de alguns setores nele integrados. Como "a" político? Naquelas hostes retoma-se a idéia de que o serviço sujo deve ser feito pelos políticos, para os cheios de jóias que pretendem, apesar de serem os maiores beneficiários da corrupção, nada ter com o trabalho dos parlamentares, executivos, etc. Enquanto gente assim dominar as decisões da república (em seu favor), nada feito em termos de segurança coletiva, democracia, etc. Dá mesmo nojo ouvir as senhoras e senhores que lucram com o status quo que lhes é proporcionado pelo lullo-petismo (já esqueceram as adesões em massa dos chiques paulistanos e cariocas ao Lullismo mais brega? Já esqueceram a cadela Perepepê, cuja coleira tem pedras semi-preciosas?), lamentando o "caos" do Brasil. Com todos os equivocos, Claudio Lembo disse o que é preciso sobre aquela horda de enricados. Tragam o saquinho de vômito, por favor! Et au revoir, usuários de Rolex, L. Vuitton, etc. etc.

Roberto Romano

Concordo em genero, número e caso com a postagem de Orlando Tambosi, sempre pronto a denunciar as tolices nacionais:


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Sábado, Julho 28, 2007
Também estou fora dessa

Não resisti, viu, Letícia. Mas serei brevíssimo. Que estes cansados não contem comigo. Não demonstraram cansaço antes da reeleição, agora que se danem: venham para o nosso inferno quotidiano.

E aquela mãozinha no peito, huuummm...Cansados disso e daquilo, mas não do Lula? Que vão se roçar nas ostras!!!

P.S.: e, me aproveitando do Sponholz, deixo vocês com ele de novo...


sábado, julho 28, 2007

Alvaro Caputo, Sponholz, Antonio Romane






O DESCASO COM CONGONHAS É PORQUE TEMOS UM PRESIDENTE QUE SEMPRE ESTEVE MUITO OCUPADO COM ATIVIDADES DE VIRA-COPOS

A republica dos amigos, que o amigo diz nao ser republica dos amigos, e eu digo: a republica do amigo da onça!

"Ora, governar o país não é fazer dessa imensa pátria uma república como se fosse um clube de amigos." (Folha de São Paulo, 28/07/2007)


Fala do presidente da república, no Nordeste, após receber nova saraivada de vaias e após seus Tonton Macoute efetuarem o serviço deles esperado por todos os ditadores. O fascismo começa com as mentiras mais simples. Depois, segue para a repressão física e a propaganda. O fluxo de palavras, no entanto, acaba se voltando contra o poderoso adoentado de diarréia verbal crônica, como é o caso de Lulla. Prova: como diz o Padre Vieira, no Sermão da Sexagésima, uma imagem vale mais do que muitas palavras.

Se a república NÃO É um clube de amigos, o que seriam estas faces?

Os amigos podem ser distribuidos segundo a taxinomia naturalista. Por enquanto, digamos que o amigo/irmão Vavá, pertence à categoria "coitadinho" ( a mesma de Lulla, sempre que lhe interessa, ou seja: pode pisar a lei, desde que se recorde a sua origem de pobre nordestino). Outros, como o querido compadre Teixeira, entram na categoria dos bonzinhos (a foto da casa emprestada é prova) e na mesma categoria, com ouro olímpico, o amigo emprestador mor Paulo Okamoto, o qual, por sua vez, fica na mesma categoria do carequinha que empresta e o amigo presidente do PT sequer analisa o que está assinando...como garantia!

Lulla pobre, Vavá pobre, petistas pobres...como diz a sabedoria popular, "quem dá aos pobres, empresta a Deus".

Querem mais amigos do presimente? Procurem e acharão com facilidade. Eu não quero mais enxergar tal espetáculo. Que venha o saquinho de vômito, como diz Orlando Tambosi!







sexta-feira, julho 27, 2007

Los Angeles Times 21/07/2007


In Brazil, an air of outrage over crash

By Reed Johnson, Times Staff Writer

July 21, 2007

SAO PAULO, BRAZIL — For months, Brazilians have been using the phrase "air blackout" to describe the crisis in the country's aviation system that reached epic proportions this week with the worst crash in the nation's history.

The use of this phrase is no accident. It evokes Brazil's energy "blackout" of 2001, when the government imposed emergency restrictions in Sao Paulo, Rio de Janeiro and other large cities in an attempt to curb energy use at a time when long droughts had drained hydroelectric power plant reserves. As with the energy crisis, the aviation crisis appears to have raised doubts among many Brazilians about their government's ability to deal rapidly and effectively with an ongoing problem, hold officials accountable for their decisions and punish those responsible for failure. While much of this week's indignation has been directed at the government of President Luiz Inacio Lula da Silva, some say the problem goes beyond his administration and reflects more fundamental flaws in Brazilian society.

Lula and other top officials this week have avoided making public pronouncements about the crash at Sao Paulo's central city Congonhas airport that killed at least 190 people. However, they have been advancing theories that it might have been caused by mechanical failures with the plane rather than more systemic failures, and some here perceive what they say as an age-old tendency by Brazil's ruling classes to shirk blame.

"THE BRAZILIAN STATE DOES NOT ACKNOWLEDGE TO ANY EXTENT THE NOTION OF ACCOUNTABILITY", said Roberto Romano , a professor at the Institute of Philosophy and Human Science at the State University of Campinas in Sao Paulo state. "THIS HAPPENS AGAIN AND AGAIN, AND IT HAS BEEN WORSENED BY TWO DICTATORSHIPS OF ABSOLUTE POWER".

But in the crash's acrid aftermath, Brazilians this week have been witnessing an unusual spectacle. Ordinary citizens have voiced anger and frustration in a very public way that recalls how Americans reacted to the Bush administration's response to Hurricane Katrina. Several exchanges between the media and government aviation officials have been sharp, even antagonistic. Many commentators have been unsparing in their criticism.

"Brazil has been going through an authority blackout," political commentator Lucia Hippolito said on a national radio talk show, referring to Lula and Defense Minister Waldir Pires. She and other pundits have been especially critical of Lula for failing to make a major public statement about the crash. In a nationally televised address Friday night, Lula announced that the number of flights at Congonhas would be reduced and that a location for a new airport in Sao Paulo would be announced within 90 days.

Opposition politicians, meanwhile, have been calling for the resignation of key officials, notably Pires. As head of the military, which helps run Brazil's aviation systems, Pires was at pains this week to argue that he bears no blame for Tuesday's crash.

Brazil's aviation infrastructure has been plagued with chronic delays and cancellations, disgruntled air traffic controllers and a series of accidents and close calls — including the collision in September of a private jet and a Brazilian Boeing 737 over the Amazon jungle, in which 154 people died. "Please read the law," a visibly exasperated Pires said to reporters at a Friday afternoon news conference. "I'm not responsible for air traffic management."

The belief of some Brazilians that their government is more concerned with polishing its image than solving the aviation chaos was underscored by an incident Thursday in which Lula's advisor and minister without portfolio Marco Aurelio Garcia was shown on national television seemingly making an obscene, triumphant gesture in reaction to news that a flawed brake system may have contributed to the crash. Garcia has since apologized for the gesture, which the opposition Brazilian Social Democracy Party labeled "an offense to the Brazilian people."

Robert Ditchey, a Los Angeles aviation consultant and former airline executive, said the way Brazilian officials handled the September crash was "inept." Despite apparent evidence that Brazil's air traffic control system had been at least partially responsible for miscommunication between the two planes, charges recently were filed against the two U.S. pilots of the private jet, which landed safely.

"I was embarrassed for Brazilians in how they handled this," Ditchey said of last fall's accident, which until Tuesday had been the country's deadliest airplane crash. "People in aviation felt this whole thing was an embarrassment and absurd."

In addition to Brazil's long dictatorships, Romano said, another reason for the country's culture of non-accountability has been the South American giant's highly centralized administrative structure, in which the federal government receives about 70% of all taxes and presidential power has fewer checks and balances than in the U.S. or Western European systems.

What's more, Brazilian politicians can't be sued or prosecuted while in office, even when potential criminal offenses are involved. "There is this constant taking the blame off the authorities and laying it on the population," Romano said.

It remains to be seen whether this week's extraordinary backlash will alter that equation. But while Brazilians aren't averse to making their dissatisfactions known, converting those feelings into political change is likely to be a much greater challenge.

"I am 62 years old, I have been involved with politics since the 1960s, and I see no possibility for this anger to be translated into action," Romano said.

reed.johnson@latimes.com

Um recordaçao importante...para quem pensa.

"Let us now speak of the inconveniences of counsel, and of the remedies. The inconveniences that have been noted, in calling and using counsel, are three. First, the revealing of affairs, whereby they become less secret. Secondly, the weakening of the authority of princes, as if they were less of themselves. Thirdly, the danger of being unfaithfully counselled, and more for the good of them that counsel, than of him that is counselled. For which inconveniences, the doctrine of Italy, and practice of France, in some kings' times, hath introduced cabinet counsels; a remedy worse than the disease.

As to secrecy; princes are not bound to communicate all matters, with all counsellors; but may extract and select. Neither is it necessary, that he that consulteth what he should do, should declare what he will do. But let princes beware, that the unsecreting of their affairs, comes not from themselves. And as for cabinet counsels, it may be their motto, plenus rimarum sum: one futile person, that maketh it his glory to tell, will do more hurt than many, that know it their duty to conceal. It is
true there be some affairs, which require extreme secrecy, which will hardly go beyond one or two persons, besides the king: neither are those counsels unprosperous; for, besides the secrecy, they conunonly go on constantly, in one spirit of direction, without distraction. But then it must be a prudent king, such as is able to grind with a handmill; and those inward counsellors had need also be wise men, and especially true and trusty to the king's ends".

Francis Bacon, Essays.

Comentário:

Um elemento notório do atual governo (?) da república encontra-se na parolagem gestual ou oral de seus integrantes. Isto é devido em parte à forte arrogância daquelas pessoas, em parte à sua falta de prudência e de saberes. Como são partes do conselho áulico, eles pioram as "virtudes" do principe. Se a economia fosse bem para sempre, sua incompetente tagarelice seria apenas inútil, Mas vem aí uma crise das grandes (algo previsto por quem se informa e pensa) e a garrulice dos conselheiros aumentará. O episódio ridiculo protagonizado por Marco Aurélio Garcia será quase nada perto do oceano de palavras e gestos indecorosos que vêm aí. Sauve qui peut!

No Brasil, todos pensam que a frase "governar é abrir estradas" pertence a Washington Luis. Engano. Ela foi cunhada por Francis Bacon, o mesmo que afirmou o seguinte: "Knowledge and power meet in one". Apedeutas no governo nem abrem estradas, nem administram linhas áereas, nem chegam ao nível elementar do conhecimento. É a apedeutocracia, um ramo da pornocracia uLULAnte.

Do Blog de Marta Bellini....

Argumentação e subjetividade


Do Blog Rerum Natura, por Desidério Murcho, Portugal
A argumentação é um dos instrumentos mais importantes para alargar a nossa compreensão do mundo e melhorar a nossa intervenção nele. Infelizmente, este facto passa muitas vezes despercebido na nossa cultura. Ao longo dos séculos, Portugal não tem sido um grande produtor de conhecimento; estamos habituados a importar o conhecimento do estrangeiro. E por isso não compreendemos os processos de descoberta, pois nunca temos de descobrir — alguém, numa universidade, laboratório ou atelier estrangeiros, descobre por nós. Olhemos à nossa volta: todos os produtos humanos são fruto do conhecimento e da intervenção humana no mundo. As ideias científicas, tecnológicas, políticas, religiosas, artísticas e filosóficas são fruto do esforço dos seres humanos para compreender melhor o mundo e para, com base nessa compreensão, melhor podermos intervir nele. Todavia, quase nenhumas das ideias que são o fundamento de todas estas coisas que nos rodeiam nasceram em Portugal.É imperioso mudar esta cultura de dependência da importação de ideias; é imperioso que a nossa cultura seja dinâmica, criativa, autónoma, inteligente. A nossa cultura não pode continuar a ser a mera repetição da cultura alheia; é preciso que Portugal conquiste um lugar cultural e científico e que acrescente valor ao mundo.

Para isso é necessário fornecer aos estudantes instrumentos que lhes permitam descobrir ideias novas e propor novos rumos. É necessário colocar os estudantes portugueses a par dos seus colegas dos países mais desenvolvidos, que desfrutam de um sistema de ensino baseado no estudo criativo e rigoroso de problemas, teorias e argumentos. As teorias são construções humanas que procuram resolver problemas reais — não são elucubrações meramente formais para fazer carreira escrevendo obscuras teses de doutoramento que imitam a seriedade académica usando sem compreender uma linguagem especializada. Essas teorias defendem-se com base em argumentos. É o que acontece na história, na psicologia, na filosofia, na física, na musicologia, etc. Mas se o ensino não for baseado no estudo dos problemas, teorias e argumentos, o que é apenas teoria será ensinado como dogma para repetir, não permitindo que o estudante pense por si — sobretudo quando nem se lhe explica quais são os problemas que a teoria procura resolver. O estudante fica assim reduzido ao trabalho de repetição acéfala, sem estímulo nem instrumentos para avaliar as ideias que estão em discussão por esse mundo fora — imaginando que as últimas modas pós-modernas, ou pragmatistas, ou retóricas, ou liberais, ou o que quer que seja, são Verdades que não podem ser discutidas. No meu entender, esta é uma das raízes do atraso português.O correcto ensino da lógica pode ser um antídoto para este estado de coisas. Pois é aí que se pode sublinhar a importância da argumentação no difícil e paciente processo de tentar descobrir a verdade das coisas; é aí que se pode sensibilizar o estudante para a importância de saber pensar, dando-lhe instrumentos lógicos adequados.

O resultado que se pode almejar são cidadãos mais criativos e críticos, que trarão uma competência fundamental para um país que tanto carece de pessoas com capacidade para resolver os nossos problemas, produzir riqueza e bem-estar, e estimular com o seu exemplo os outros cidadãos a fazer o mesmo. Sem uma cultura criativa e crítica, informada e rigorosa, a discussão pública é sempre deficiente, e as decisões são sistematicamente tomadas pelos interesseiros que têm mais força ou que gritam mais alto, e não um resultado da reflexão criativa e rigorosa, informada e inovadora.Numa cultura apartada da descoberta científica e da inovação cultural — uma cultura cinzenta e formalista — há a tendência para pensar que tudo o que não vem já matematicamente decidido nos livros importados do estrangeiro é «muito subjectivo». Esta posição tem consequências terríveis na vida pública, contribui para o subdesenvolvimento e a estagnação da sociedade, e impede o acesso à cultura das pessoas mais talentosas — pois se a opção é entre o que se decide matematicamente e com todas as garantias, mas já está nos livros, e o que não está nos livros mas é «muito subjectivo», nenhuma pessoa talentosa vê qualquer interesse em desenvolver o estudo e o pensamento, a cultura e a ciência, a sociedade e a economia. Portugal precisa de boas ideias, soluções engenhosas, debate informado e talentoso — e não de ideias feitas, soluções ingénuas, debates de café. Ensinar a debater ideias, avaliar argumentos, precisar pontos de vista, levantar contra-exemplos e objecções é, consequentemente, uma das tarefas mais importantes do professor.

Quem desconhece a lógica e está mergulhado numa cultura onde o debate de ideias é circense tem tendência para pensar que a argumentação é «muito subjectiva». Mas mal se estudam os elementos básicos da argumentação compreende-se que isto é uma ilusão. Sem dúvida que não há soluções fáceis e argumentos decisivos com três ou quatro proposições; para cada solução levantam-se problemas inesperados; para cada argumento levantam-se contra-argumentos e objecções. Mas isto não é surpreendente para quem conhece a história do pensamento humano. Para cada grande feito da ciência, da cultura e das artes havia multidões de Velhos do Restelo a dizer que era impossível fazer-se, munidos do discurso paralisante do costume. E, no entanto, essas coisas fizeram-se e as dificuldades ultrapassaram-se. Será mesmo verdade que é tudo «muito subjectivo»? E, nesse caso, será «muito subjectivo» afirmar que é tudo «muito subjectivo»?Entre o algoritmo e o oráculo — que dispensam Verdades Absolutas aos pobres mortais —, e o paralisante relativismo e subjectivismo — que torna tudo igual a tudo —, não haverá alternativas? E que garantias oferece a opinião de quem nada ou quase nada sabe de lógica e argumentação, mas declara, confiante, que na argumentação é tudo «muito subjectivo»?

No Capítulo 12 vimos como a pretensa diferença entre a demonstração, do «domínio do apodíctico» (o oráculo), e a argumentação, do «domínio do verosímil» (o subjectivismo, ou o inter-subjectivismo — a sua encarnação mais sofisticada) se baseia em confusão e falta de informação. Não será que é isso que se passa em geral? Afinal, quem nunca assistiu aos jogos olímpicos não acreditaria que um ser humano consegue saltar um muro de dois metros de altura sem lhe tocar.Em qualquer domínio do conhecimento, das artes ou da vida pública, temos problemas para resolver e decisões para tomar. Para cada proposta, há argumentos a favor e argumentos contra; esses argumentos terão força desigual — uns serão mais fortes, outros mais fracos. O nosso trabalho é estudar cada um dos argumentos e tomar uma decisão, ou optar por uma proposta. Não há garantias; é preciso arriscar. Mas trata-se de um risco calculado. Em muitos casos, nomeadamente nos aspectos mais teóricos do conhecimento, podemos mudar de ideias; noutros casos, pode ser demasiado tarde para mudar uma decisão — a ponte pode já estar construída no sítio errado, ou o novo estádio de futebol financiado pelo estado pode já estar em construção. Somos todos seres humanos e temos de ser tolerantes para com os erros alheios — pois precisamos dessa tolerância quando for a nossa vez de errar. Mas devemos e podemos evitar os erros tanto quanto possível — e isso consegue-se através da discussão séria de ideias. É essa forma de discutir ideias — que produz riqueza e bem-estar, que alarga a experiência e o conhecimento humano — que urge ensinar. O lugar próprio desse ensino é a disciplina de Filosofia, que deu à humanidade esse instrumento espantoso do pensamento correcto que é a lógica. Aprender a pensar correctamente é a mais humana das aprendizagens. Retirado do livro O Lugar da Lógica na Filosofia (Plátano, 2003)

Posted by Desidério Murcho

No Blog Perolas, de Alvaro Caputo...



Os Pensamentos do Dia

A bolha imobiliária e o fim da hegemonia americana

Somando tudo o que a revista “Economist” e outros analistas de enorme reputação escreveram sobre a economia americana, é extraordinário que a catástrofe anunciada ainda não tenha ocorrido. Nos últimos três anos, a respeitadíssima revista previu por igual número de vezes o estouro da bolha imobiliária americana.Ou tome-se o igualmente respeitado historiador britânico Niall Ferguson, por exemplo. Ainda em 2004 ele publicou “Colossus – the Rise and Fall of the American Empire”, um livro de agradável leitura tratando de provar como a maior potência do mundo está apoiada em pés de barro – a economia. E como o estouro da bolha imobiliária significaria muito mais do que perdas para investidores: seria o irrefreável fim da posição americana de única mega potência.

Pela segunda vez neste ano, os mercados no mundo inteiro sofreram severas perdas por conta de temores em relação à economia americana. As quedas desta semana, especialmente as ocorridas nesta quinta feira (26/07) tem um foco bastante fechado: refletem o fato de que os operadores nos mercados não confiam em papéis apoiados em créditos concedidos a devedores americanos que evidentemente não estão em condições de saldá-los.Que devedores são esses? São os consumidores normais, os que se acostumaram a se endividar mais do que a prudente aritmética permitiria, incentivados pela valorização de ativos (a casa própria) que agora, ao contrário do que aconteceu nos últimos anos, cada dia valem menos. E incentivados por uma oferta de crédito fácil que começou a ser retirada.

Foram os homens e mulheres que reelegeram Bush em 2004.É óbvio que não estou afirmando que os eleitores de Bush são apenas gente inadimplente – apenas volto a lembrar que as eleições de 2004 foram decididas pela expectativa de que os bons tempos de consumo farto, crédito barato e impostos baixos continuariam com Bush.Parece bastante razoável dizer, a esta altura do declínio do mercado imobiliário nos EUA, que a conta na qual milhões de americanos acreditaram nunca poderia fechar. Ou, para lembrar uma frase pronunciada recentemente pelo mega investidor (ou mega especulador) George Soros numa entrevista ao “Jornal da Globo”: “as pessoas querem ser enganadas”.

No caso do consumidor/eleitor americano, é um engano de preço altíssimo. Economistas das mais variadas escolas já assinalaram o quanto o desempenho da economia americana depende da voracidade do consumidor, o quanto essa voracidade foi mantida por crédito fácil, o quanto esse crédito fácil foi mantido pela compra de papéis americanos por parte das prósperas economias asiáticas – e o quanto esse círculo um dia andaria ao contrário, como fez questão de assinalar o “Economist”.

É o começo de um espetacular e desastroso tombo do colosso? Não tenho essa resposta. A mesma situação da economia americana trinta anos atrás já teria produzido (por força do duplo deficit) uma crise devastadora – o mundo de hoje sempre surpreende aos economistas com fatores (o apetite da China por papéis americanos, por exemplo) que explicam porque o que se previa não aconteceu.Os historiadores continuam envolvidos num atraente debate sobre quanto tempo levou a queda do Império Romano: 200, 300 ou 500 anos? O da Espanha levou uns 200? Mas o império britânico acabou em “apenas” 40 anos, não é mesmo? E o da União Soviética? A queda começou em 1989, com o Muro de Berlim, e completou-se em 1991 ou já havia sido iniciada muito antes – digamos, quando a URSS invadiu o Afeganistão, em 1979?Para os que acham que o ritmo da queda dos impérios está se acelerando, é bom lembrar também que o mundo nunca viu um império como o americano

William Waack no seu blog


Sobre o "noço lider"...

As piadas de mau gosto de um presidente falastrão e insensível, na posse do novo ministro da Defesa, ofenderam as duas centenas de famílias brasileiras enlutadas desde 17 de julho

Editorial do Estado
 
Uma frase lançada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a eleição de 2006, quando ele disputava o cargo com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), foi parar no YouTube um dia depois do acidente com o Airbus-A320 da TAM, que matou pelo menos 199 pessoas.

"Veja o aeroporto de Congonhas. Você deveria me agradecer", diz Lula ao tucano, após ser questionado sobre a ausência de investimento na área de transporte do país. Lula e Alckmin participavam do primeiro debate eleitoral, transmitido pela TV Bandeirantes, no dia 8 de outubro. O encontro foi tenso, crivado de críticas e ataques.

O vídeo, que foi colocado no YouTube no dia 18 deste mês, tem 50 segundos e aparece ao lado da frase: "Agradecer?".
http://www.youtube.com/watch?v=4Cm9C6bfQ8Y

Folha

quinta-feira, julho 26, 2007

Do Blog Perolas, de Alvaro Caputo...corrigindo um equivoco nosso...

FINALMENTE CHEGARAM A UMA CONCLUSÃO SOBRE O ACIDENTE DA TAM.

FOI FALHA HUMANA

DE

60 MILHÕES DE ELEITORES.


Frase circulando pela Internet, segundo o Blog do Ancelmo Gois

Do jornal O Globo, via Mario Araujo filho, via Blog Perolas, de Alvaro Caputo...




"Nós eramos os leopardos, os leões....agora chegaram as hienas". Solilóquio do Principe de Salina, no Leopardo, romance de Lampedusa. Ah! Sim, é do mesmo romance a frase "É preciso tudo mudar, para que tudo fique como está...".

Roberto Romano

Sponholz, Antonio Romane...e o protesto no Blog de Marta Bellini.






O cartaz com o protesto contra o presimente deveria ser instalado, cara Marta Bellini, na frente do Palácio do Planalto, e se os policiais fossem retirá-lo, seria bom lembrar que aquele espaço é PRIVADO, segundo o douto e arrogante Marco Aurélio Garcia...
RR

Blog Republica, de Itapeva.

Prefeitos sofrem derrota no STF

Correio Braziliense

Uma decisão tomada pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, freou a tentativa de agentes políticos de escapar de processos por crime de improbidade administrativa. A ministra determinou o arquivamento de três pedidos feitos por prefeitos do estado do Pará que queriam que o STF estendesse para eles os efeitos de uma decisão tomada pela Corte em junho, em que ficou decidido que a Lei de Improbidade não poderia ser aplicada contra ministros, governadores e prefeitos, entre outras autoridades.

O argumento de Ellen Gracie é que o entendimento do Supremo não vale para eles, e sim apenas para o caso julgado na ocasião. No julgamento de junho, os ministros concluíram que o ex-ministro de Ciência e Tecnologia Ronaldo Sardenberg, condenado pela primeira instância da Justiça por ter usado um avião da FAB para viagens de turismo, não poderia ter sido processado por improbidade administrativa, mas sim por crime de responsabilidade.



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