sábado, fevereiro 09, 2008

Relaxa e Goza na interpretaçao de Antonio Romane

Doutor, tenho tendências suicidas. O que faço?
— Em primeiro lugar, pague a consulta.

— Doutor, sou a esposa do Zé, que sofreu um acidente; como ele está?
— Bem, da cintura para baixo ele não teve nem um arranhão.
— Puxa, que alegria. E da cintura para cima?
— Não sei, ainda não trouxeram essa parte.

Após a cirurgia:
— Doutor, entendo que vocês médicos se vistam de branco. Mas por que essa luz tão forte?
— Meu filho, eu sou São Pedro.

No psiquiatra:
— Doutor, tenho complexo de feia.
— Que complexo que nada.

— Doutor, o que eu tenho?
— Ainda não sei, mas vamos descobrir na autopsia.

— Doutor, vim aqui para que o senhor me tire os dentes.
— Mas minha senhora, não sou dentista, sou gastroenterologista! E vejo que a senhora não tem nenhum dente na boca.
— É claro. Engoli todos.

O psiquiatra incentiva o paciente:
— Pode me contar desde o princípio?
— Pois bem, doutor! No princípio eu criei o céu e a terra.

O psiquiatra para o paciente:
— Meu amigo, eu tenho uma boa e uma má notícia para você. A má é que você tem fortes tendências homossexuais.
— Meu Deus, doutor! E qual é a boa notícia?
— A boa notícia é que acho você um gato.

Sabe como diferenciar o psiquiatra do seu paciente?
— O psiquiatra é aquele que tem a chave do consultório.

O paciente chega ao psiquiatra tímido,cabisbaixo:
— Doutor, eu tenho dupla personalidade.
— Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro.

Quando chega um paciente babando e fazendo sons esquisitos no consultório do neurologista, ele exclama:
— Ai, meu Deus! O que eu faço?
Já quando chega um paciente babando e fazendo sons esquisitos no consultório do neurocirurgião, ele exclama:
— Ai, meu Deus! O que foi que eu fiz?

No consultório psiquiátrico
— Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo!
O psiquiatra resolve aprofundar a conversa.
— E desde quando o senhor acha que é um galo?
— Ah, desde que eu era um pintinho.

O cara sofria de amnésia e procurou o médico:
— Doutor, estou com uma terrível amnésia.
—Desde quando?
— Desde quando o quê, doutor?

Psiquiatra para o paciente bebum:
— O senhor vai parar de beber cerveja. Durante um ano só vai beber leite.
— Outra vez, doutor?
— O quê?! O senhor já fez esse tratamento?
— Já. Durante os primeiros meses da minha vida.

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